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Novo site reúne cursos curtos para turistas dentro e fora do Brasil

Aprender a fazer pizza em Florença, a grafitar muros em San Francisco, a fotografar em Nova York ou a sambar no Rio de Janeiro. Pensando nos turistas que não se contentam apenas em ser espectadores das atrações, uma administradora brasileira criou um site com cursos livres para viajantes dentro e fora do país.

Ex-funcionária de uma multinacional e autora de um blog de viagens, Adriana Lima aposta que muita gente vai trocar um passeio em um museu ou em outro lugar turístico tradicional por um espaço onde  possa aprender alguma coisa nova.

No início deste ano, ela criou o Sabiar, site bilíngue que concentra cursos curtos para viajantes – uma tendência que está despontando, segundo ela. “É um segmento novo chamado ‘turismo criativo’ ou ‘de aprendizado’. As pessoas estão viajando cada vez mais, repetem os destinos, e não querem só visitar um lugar turístico. Elas querem viver uma experiência mais local”, diz.

Para ela, a falta de tempo para estudar no dia a dia é outro fator que pode levar as pessoas a procurarem esses cursos. “Todo mundo que eu conheço tem a vida corrida e não tem tempo de sentar em uma sala de aula para aprender nada. A pessoa pode aproveitar a viagem para adquirir esse conhecimento novo”, diz.

Por enquanto há 30 cursos cadastrados em 12 cidades; entre elas, Manaus, Florença, Nova York, San Francisco, São Paulo, Salvador e Ko Phi Phi, na Tailândia.

É um segmento chamado ‘turismo criativo’ ou ‘de aprendizado’. As pessoas viajam cada vez mais e não querem só visitar atrações turísticas. Elas querem viver uma experiência local”

Os cursos estão classificados nas áreas de fotografia, esportes, gastronomia e artes, e os preços vão de US$ 20 (cerca de R$ 45), preço do “treino na areia” no Rio, a US$ 210 (cerca de R$ 475), valor do curso de automaquiagem em São Paulo.

A ideia é que até o fim do ano o site ofereça 200 cursos diferentes. A maioria dos próximos lançamentos ocorrerá nas cidades-sede da Copa – entre eles, um curso de churrasco brasileiro em Brasília e um atelier culinário de pão de queijo e brigadeiros em São Paulo.

As aulas no exterior são em inglês e os que ocorrem no Brasil têm professores que falam inglês ou um tradutor para acompanhar.

Adriana diz que já testou vários dos cursos e explica que todos eles duram no máximo um dia e têm alguma coisa a ver com a cultural local. “Muitos cursos são ao ar livre, e os professores são moradores do lugar. A pessoa não vai se sentir perdendo tempo, de jeito nenhum. E ela vai voltar para casa com um pedaço da viagem dentro dela, um conhecimento novo”, afirma.

 

Fonte e Imagem: Globo.com

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