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DIA DO AUTOMÓVEL

Os transportes no mundo sofreram uma grande revolução quando surgiram os primeiros automóveis. Como o próprio nome já indica, automóvel significa a capacidade de se movimentar sozinho, a partir de propulsão própria, sem precisar de reboques (ao contrário das carruagens e carroças que prescindiam de cavalos, por exemplo).

A idéia de conduzir um veículo sobre rodas movido por bateria, vapor ou combustível fascinou os homens. A possibilidade de se alcançarem grandes velocidades levou ao aperfeiçoamento do desempenho dos veículos, que hoje são mais leves, aerodinâmicos e correm muito mais do que os primeiros automóveis.

São inúmeros os estilos de automóveis hoje. Acrescentando um pouco de gosto por velocidade, por exemplo, temos carros de corrida dos mais diferentes estilos. Para aventura em terrenos acidentados, existem carros como os jipes.

A partir de algumas adaptações, surgiram os automóveis para o transporte de cargas, daí evoluindo para as caminhonetes e os caminhões. Ou para transporte coletivo, como os ônibus. A utilização no lazer e no dia-a-dia também proporcionou modelos específicos, com mais assentos, voltados para o conforto. Alguns destes recebem cor ou emplacamento diferente – algum tipo de distinção, que varia de cultura para cultura. Alguns exemplos são os táxis e os carros oficiais do governo.

Mas o carro, no final, pode ser também um carro só para ser olhado, ou para desfilar em eventos. É que o amor por esta máquina também é grande: são milhares os colecionadores de carros antigos pelo mundo. Os carros do início do século, longe de serem ferro-velho, valem uma fortuna quando bem conservados e com a maioria dos componentes originais. Seus raros modelos encantam várias gerações.

Quem não pode colecionar estes carros em tamanho natural pode se contentar com miniaturas – reproduções fidelíssimas do original, só que com tamanho e preço acessíveis à garagem e ao bolso.

Surge o Automóvel

Costuma-se atribuir ao alemão Carl Benz o título de “Pai do automóvel”, já que foi o responsável pelo Benz, o primeiro automóvel, em 1885. Só que o Benz ainda era bem diferente dos carros de hoje: possuía três rodas e andava a 13 km/h – o que era considerado muito ousado na época!

O primeiro automóvel com quatro rodas foi lançado pelo também alemão Gottlieb Daimler, que também lançou o primeiro Mercedes, na Alemanha, em 1901. Isto foi dois anos depois de ser introduzido o acelerador de pé. Também neste ano foi produzido o primeiro automóvel por David Buick. A partir da Buick Motor Car nasceu a General Motors, em 1908, que fabricou famosos automóveis das marcas Cadillac, Oldsmobile e Chevrolet. A fábrica Dodge surgiu em 1914 e depois, em 1928, foi incorporada à Chrysler.

No Brasil, o automóvel chegou em 1893, em São Paulo. Era aberto, movido a vapor, com capacidade para dois passageiros e possuía rodas de borracha. Dez anos depois, havia seis carros circulando em São Paulo e, em 1904, já eram 83 automóveis. No Rio de Janeiro, o carro só chegou em 1897.

Foi Henry Ford que ajudou a popularizar este veículo, primeiro nos Estados Unidos e, depois, no resto do mundo. Em 1896, fabricou seu primeiro automóvel e em 1903 funda a Ford Motors Company. Ford partia do princípio de que era mais lucrativo produzir mais automóveis a um baixo preço e com menos luxo. Este pensamento, adaptado a outras produções, foi amplamente utilizado no mercado e deu origem à produção por linha de montagem.

Com o crescimento na venda de automóveis, Henry Ford decidiu criar uma filial no Brasil em 1919 e declarou: “O automóvel está destinado a transformar o Brasil numa grande nação”. A primeira fábrica se instalou em São Paulo, que montava o Ford T (o famoso “Fordinho”), o grande sucesso de vendas. Em 1924, foram vendidos 24.450 destes veículos. Foi também o ano em que se realizou a I Exposição Automobilística do Brasil.

Após os turbulentos anos da II Guerra Mundial, foram lançados os primeiros veículos Ford nacionais: em 1957, foi apresentado o F-600, um caminhão, e depois o Ford Galaxie, carro de passeio, dez anos depois, em 1967. Este carro era considerado de luxo para a época e, como se não bastasse, ganhou uma versão ainda mais sofisticada em 1968, o Galaxie LTD, com transmissão automática opcional – era o primeiro modelo brasileiro com esta possibilidade até então.

Na linha esporte, o Puma, criado em 1964, representou a indústria brasileira de automóveis durante décadas. Os fabricantes do Puma reuniram-se para montar uma indústria em São Paulo, que teve como primeiro nome Automóveis Lumimari Ltda. Ainda com este nome, a empresa desenvolveu as primeiras unidades denominadas DKW-Malzoni, que só vieram a se chamar Puma GT depois que a Lumimari mudou seu nome para Puma Veículos e Motores. A produção era mais voltada para competições e por isto não foram fabricados muitos Puma até 1967: apenas 125 ao todo. Só depois de 1967 é que a produção se versatilizou, sendo criados novos modelos – inclusive o mini-puma.

O primeiro Lamborghini, outro automóvel clássico, nasceu na Itália, em 1963, para superar a Ferrari 250 GTO. Conta-se que Ferruccio Lamborghini, criador da marca, possuía muitos carros e estava insatisfeito com uma de suas Ferraris, só que suas reclamações ao fabricante não eram levadas a sério. Até que ele resolveu fazer seus próprios carros, chamando o desenhista da Ferrari 250 GTO para desenhar um motor que fosse melhor do que aquele, e mandando construí-lo em uma das fábricas mais modernas da época. Daí nasceu o 350 GT, que depois foi sucedido pelo 450GT.

Outro sucesso foi a Lamborghini Miura, um carro leve, feito com tecnologia de ponta e com velocidade máxima de 273 km/h, lançado em 1966. Em 1972, é a vez do famoso Maverick, da Ford, virar o sonho dos motoristas. A indústria automobilística na década de 70 diversificou-se e, na década seguinte, o perfil da produção de automóveis era o da criação de carros mundiais.

Indústria Automobilística

Com a invenção do automóvel, houve uma verdadeira revolução nos transportes do mundo. Como o próprio nome já indica, automóvel significa a capacidade de se movimentar sozinho, a partir de propulsão própria, sem precisar de reboques (ao contrário das carruagens e carroças que prescindiam de cavalos, por exemplo).

O homem sempre foi fascinado por velocidade. A idéia de conduzir um veículo sobre rodas movido por bateria, vapor ou combustível encantou os homens. A possibilidade de se alcançarem grandes velocidades levou ao aperfeiçoamento do desempenho dos veículos, que hoje são mais leves, mais aerodinâmicos e correm muito mais do que os primeiros automóveis.

São inúmeros os estilos de automóveis hoje. Acrescentando um pouco de gosto por velocidade, por exemplo, temos carros de corrida dos mais diferentes estilos. Para aventura em terrenos acidentados, existem carros com tração nas quatro rodas, como os jipes.

A partir de algumas adaptações, surgiram os automóveis para o transporte de cargas, daí evoluindo para as caminhonetes e os caminhões. Ou para transporte coletivo, como os ônibus. A utilização no lazer e no dia-a-dia também proporcionou modelos específicos, com mais assentos, voltados para o conforto, ou mais espaço no porta-malas, para viagens mais longas. Alguns destes recebem cor ou emplacamento diferente – algum tipo de distinção, que varia de cultura para cultura. Como exemplos podemos citar os táxis e os carros oficiais do governo.

Mas o carro, no final, pode ser também um objeto só para ser olhado, ou para desfilar em eventos. É que o amor por esta máquina também é grande: são milhares os colecionadores de carros antigos pelo mundo. Os carros do início do século, longe de serem ferro-velho, valem uma fortuna quando bem conservados e com a maioria dos componentes originais. Seus raros modelos encantam várias gerações.

Quem não pode colecionar estes carros em tamanho natural pode se contentar com miniaturas – reproduções fidelíssimas do original, só que com tamanho e preço acessíveis à garagem e ao bolso.

Fonte: www.ibge.gov.br

 

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