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Aumenta número de carros e tempo de deslocamento sobe

Carro já não é mais sinônimo de mobilidade e não garante mais há muito tempo os deslocamentos do cidadão. E nem é sinal de prosperidade do País.

É o que revela um levantamento divulgado no dia 24 de outubro, do Ipea – Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas.

De acordo com o Ipea, em 2012, 54% dos municípios brasileiros possuem carros ou motocicletas. Em 2008, esse percentual era de 45%.

O que numa visão superficial pode ser motivo de comemoração, é na verdade fator de preocupação e desafios para os administradores e para os cidadãos.

Isso porque, o excesso de veículos tem representado grandes transtornos em relação não apenas à mobilidade, mas a qualidade de vida da população, pelos impactos negativos em relação à saúde por causa do aumento da poluição e do estresse, à economia, pelo tempo perdido no trânsito que poderia ser usado para produção, além dos recursos gastos nos congestionamentos e pela perda de oportunidades: as pessoas têm ficado cada vez mais presas no trânsito e deixam de descansar, de estudar e de passarem tempo com a família.

O próprio Ipea, neste levantamento, mostra que 66% das pessoas no País gastam mais de meia hora para se deslocarem. Pelo menos 10% gastam mais de uma hora.

Em seu comunicado, o Ipea alerta que a situação pode piorar e que os investimentos em ônibus são essenciais para que as cidades não se tornem locais insuportáveis para se viver.

Fonte: Canal do Ônibus

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