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Como aumentar a motivação dos seus funcionários?

A falta ou a perda da motivação ao longo do tempo é um problema recorrente em diversas empresas. É razoável pensar que o colaborador deve ter a capacidade de se motivar sozinho, mas será que a empresa não pode fazer nada para ajudar? Acesse nosso site e confira como a motivação evoluiu ao longo do tempo e as ações que uma empresa pode tomar para contribuir neste quesito.

 

A evolução da motivação

Este conteúdo é baseado no livro Motivação 3.0, do autor Dan Pink.

 

Motivação 1.0

Esta seria a motivação básica, a sobrevivência. No início da raça humana o que motivava um ser humano a caçar todos os dias? Se alimentar e sobreviver. A única recompensa seria suprir as suas necessidades biológicas.

 

Motivação 2.0

Intensificou-se na época da revolução industrial, quando tudo começou a ficar mais rápido e dinâmico. Nesta época o trabalho manual era muito requisitado em complemento as linhas de produção. O tempo era dinheiro e quanto mais rápido uma pessoa produzia maiores os lucros de uma empresa.

Como motivar uma pessoa que faz um trabalho manual a produzir mais rapidamente e por mais tempo? Incentivos financeiros. Assim se tornou comum oferecer um bônus financeiro para quem produzisse mais em um menor tempo. Essa prática é comum até os dias atuais, mas será que continua sendo a melhor maneira de motivar os colaboradores? Sim, ela funciona para certas ocasiões, mas será que para a maioria delas?

 

Motivação 3.0

Com o avanço da tecnologia muitos trabalhos manuais deixarão de existir e mais funções que exigem raciocínio surgirão. Foi com base nisso que Dan Pink fez o seu estudo. Ele acredita que para cargos que exigem raciocínio lógico e/ou criatividade o incentivo financeiro além de não ajudar pode até atrapalhar.

Foram feitos diversos experimentos com desafios de lógica e notaram que o grupo que foi incentivado financeiramente demorava mais tempo para realizar uma tarefa do que o grupo que não recebia nada. Pior ainda, em algumas situações, se tiver somente um incentivo financeiro e não uma sequência deles a motivação chega a ser menor do que a inicial.

Lembrando que partimos do princípio que um colaborador deve estar satisfeito com seu salário, ou seja, tenha um salário justo, para que a questão financeira não seja uma variável. O que então motivaria as pessoas? Dan Pink levantou o que ele considera os três pontos fundamentais dessa nova motivação.

 

Autonomia: capacidade de tomar decisões e ter escolhas dentro do ambiente de trabalho. Um colaborador deve se sentir responsável por suas ações.

Excelência: ser o melhor no papel que desempenha, atingir o nível de excelência em sua função.

Propósito: fazer parte de algo maior, sentir a contribuição servirá para atingir objetivos maiores do que a si mesmo.

 

Ou seja, esse conceito de motivação parte do pressuposto que as pessoas querem ser responsáveis, tomar decisões e mudar o mundo. Isso liberaria o processo criativo e faria que elas se sentissem motivadas para realizar suas tarefas no dia-a-dia.

 

O que a empresa pode fazer?

O próprio Dan Pink sugere que as empresas abram um espaço de tempo dentro do horário de trabalho para que os funcionários trabalhem em um projeto pessoal e depois apresentem para os colegas. Flexibilidade no horário, incentivo a especialização e expor os resultados da empresa frequentemente são algumas coisas que podem ser feitas para incentivar os funcionários.

O que temos que ter em mente é que para chegarmos neste nível é necessário que as deficiências mais básicas sejam supridas. Por exemplo, mesmo que sua empresa trabalhe nos pontos mencionados, de nada adianta se o colaborador está insatisfeito com o salário ou se perde mais de 2 horas por dia no trânsito.

 

Fonte: Fretadão

 

Imagem: Bigstock by Tuiphotoengineer

 

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